01/12/2009

Infecção Hospitalar


                     O Homem surgiu há dois milhões de anos e as bactérias surgiram há dois bilhões de anos, elas povoam a Terra há mais ou menos 3,5 bilhões de anos, somando um total de mil e quinhentos espécies conhecidas.
                     O Homem tem o seu primeiro contato com as bactérias no seu nascimento e o último com a morte.
                     Algumas bactérias são benéficas outras são maléficas e se tornam cada vez mais resistentes aos antibióticos usados, pois têem grande capacidade de mutações.
                         Infecção hospitalar é aquela que foi contraída pelo paciente durante o período de sua internação. É sabido que mais da metade dos pacientes internados em hospitais são casos cirúrgicos e que metade deles adquirem infecção no momento de sua internação no hospital.
                      Em 1928, Alexandre Fleming (bacteriologista) descobria a penicilina que era o álibi do momento contra as bactérias e pensava-se no fim das onfecções; porém devido ao seu alto grau se resistência. de deslocamento e de reprodução tal odéia foi deteriorando-se.
                        Existem bacérias que são capazes de  sobreviverem a lugares onde a temperatura ultrapassa a 100 graus Celsius e de reproduzirem em vinte minutos, trezentos mil descendentes.
                      Um dado que contribui para infecção hospitalar se refere a falta de saneamento básico nas cidades e a falta de preocupação com a medicina preventiva.
                      A nível de curiosidade:
_ Sabe-se que atualmente já existem quatro espécie de microorganismo resistentes a qualquer antibiótico conhecido.
_ No Japão e nos EUA já apareceu um tipo de bactéria com ação letal .
                     Quando uma infecção hospitalar não é decorrente do ato cirúrgico strictu sensu, ou seja do modus operandi do cirurgião, resultando de culpa do cirurgião no próprio ato operatório; não há como afastar a responsabilidade da entidade que o mantém; pois é esta quem fornece todo o equipamento cirúrgico; além de ser a empregadora do corpo médico. Para que haja exclusão do nexo causal devido a ocorrência do caso fortuito. este deve estar intimamente ligado ao dano, caso contrário só servirá de atenuante da responsabilidade.
                    Mesmo que o paciente venha  utilizar gratuitamente os serviços do hospital, não se extermina a obrigação; pois ela existe determinando uma culpa in eligendo; e teremos neste caso o hospital como autor e o corpo médico como co-autor.
                      Não haverá imputação de responsabilidade se a conduta do cirurgião foi perfeita e não houvedano provocado pelos aparelhos fornecidos pelo hospital.


OBS: Capítulo retirado da Monografia da Autora deste Blog : Responsabilidade Civil dos Médicos no Erro Médico.

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Quero agradecer a Ana & Cris Bijoux pelo selinho Prêmio Dardos. Muito Obrigada !!! Um luxo! Adorei!!

Quero agradecer a Rosane do blog Para Meninas e Mulheres pelo selinho. ! Um luxo! Adorei!

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